CONHEÇA O TRABALHO DA MULTIARTISTA LUNA VITROLIRA
LITERATURA E MÚSICA
CONHEÇA A ARTISTA LUNA VITROLIRA
Luna Vitrolira é multiartista: escritora, cantora e performer. Finalista do Prêmio Jabuti com o livro Aquenda – O amor às vezes é isso, com o qual estreou na literatura, na música e no cinema, com livro, disco e filme, também Memória tem águas espessas, seu novo lançamento. Luna é uma das principais vozes da literatura contemporânea brasileira.

FLIP PARATY: Assista à Performance
de Luna Vitrolira.
"Seja em livro, filme, disco ou performance, Aquenda – o amor às vezes é isso nos conduz por momentos de imagens e sons, entonações, silêncios e indagações, que por fim revelam uma subjetividade repleta de liberdade, afeto e empoderamento feminino de uma das principais vozes da nova geração de poetas pernambucanos"
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Com 15 anos de carreira, Luna estreou na literatura, na música e no cinema com o trabalho transmídia "Aquenda- o amor às vezes é isso", título de seu primeiro livro de poemas lançado em 2018 (selo LIVRE), prefaciado pela renomada crítica literária, Heloísa Teixeira. O livro foi finalista do prêmio Jabuti 2019, com o qual a artista recebeu destaque na crítica nacional. Em sua narrativa o livro aborda questões relacionadas ao amor e questiona o modelo romântico ocidental, discutindo temas que envolvem a condição histórica de subalternização e violência que as mulheres sofrem na sociedade. Seu segundo livro Memória Tem Águas Espessas foi lançado em 2024, a partir do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura, FUNCULTURA, e em parceria com a editoria Diadorim (RS). Prefaciado pela escritora Joice Berth, a obra investiga as camadas da ancestralidade negra, tendo como cenário o canavial da zona da mata de Pernambuco, atravessando temas como o retorno ao passado que foi apagado pela o sistema colonial, a reconstrução da memória genealógica e a escrita como gesto de cura, retorno e pertencimento.

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POEMÚSICA
A partir do livro "Aquenda", Luna Vitrolira gravou seu primeiro disco homônimo (selo Deckdisc), com o qual lançou carreira musical em março de 2021. Com produção musical do pianista Amaro Freitas, neste trabalho, a artista une poesia e música em 10 faixas autorais, que trazem pianos, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões, resultando em uma sonoridade plural que põe em diálogo suas influências musicais como Jazz, Swingueira, Brega-Funk, Funk, Rap, Maracatu, Coco e outros ritmos insurgentes.
Participam do disco as poetas Roberta Estrela D’Alva (SP), Mel Duarte (SP), Cristal (RS), Tatiana Nascimento (DF), Bell Puã (PE) e Bione (PE); a cantora Xênia França (BA) e o poeta e cantor José Paes de Lira, Lirinha (Cordel do Fogo Encantado/PE). Os arranjos receberam as percussões de Lucas dos Prazeres (PE), a bateria de Hugo Medeiros (PE), beats eletrônico de Pupilo (PE) e Junior Cabral (PE), o piano virtuoso e ancestral de Amaro Freitas (PE), que assina, além da produção musical, os arranjos, sintetizadores e os beats eletrônicos também.
No show, Luna leva para o palco o repertório do disco com sua autenticidade, integrando música, poesia dança e performance. No palco, a artista é acompanhada por Beto Xambá e Johann Bremmer nas percussões, Miguel Mendes nos sintetizadores, Diego Drão nos teclados, Briê e Anne Costa no corpo de dança.
Depois do disco foi a vez do filme curta-metragem, homônimo, cuja trilha sonora são 7 faixas do disco e 1 faixa inédita (águas espessas), integrando literatura, música, performance e cinema. O filme recebeu a participação especial de Vick Victoria, mãe das artistas Luna Vitrolira e Gi Vatroi que, além de Diretora e Roteirista, também assina Conceito, Concepção e Direção de Arte, junto com ela, assina como colaboradora, no roteiro e na direção, Aida Polimeni. O filme foi produzido pelo Estúdio Orra e aborda o trajeto de cura, libertação e retorno de Luna Vitrolira para o encontro com sua ancestralidade.
Atualmente, Luna está em processo de criação do segundo álbum musical de sua carreira.

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Assista ao show "Aquenda, o amor às vezes é isso".
Show realizado no Som na Rural, projeto cultural itinerante pernambucano, idealizado por Roger de Renor e Nilton Pereira, que utiliza uma Ford Rural Willys 69 como palco móvel para levar música e outras manifestações artísticas a diferentes locais. Esta edição foi realizada na cidade de Olinda,

Assista ao filme "Aquenda, o amor às vezes é isso".
Filme gravado em engenho, no interior de Pernambuco, retrata o trajeto de cura, libertação e retorno de Luna Vitrolira para o encontro com sua ancestralidade.

Escute o disco "Aquenda, o amor às vezes é isso".
Com produção musical do pianista Amaro Freitas, neste trabalho, a artista une poesia e música em 10 faixas autorais, que trazem pianos, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões, resultando em uma sonoridade plural que põe em diálogo suas influências musicais.
"O poema começa sobretudo quando admito"
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